A solidão não passa de coisas da sua cabeça
O mundo está por aí
Pessoas estão por aí
Basta você colocar o rosto pra fora
Ver o mudo grande que há fora da sua porta ou janela
Nada melhor que uma conversa de botequim ou um bom dia
Pena eu tenho de ti meu jovem que não vê as coisas boas da vida
Tudo passa por ti como uma sombra do meio dia
Olhe pra baixo e para os lados
Olhem além do seu pequeno nariz
Sei que vou chegar aos meus 30 anos, feliz da vida por conhecer
Conhecer o lado de fora
O mundo tão grande que nem conheci metade
Vamos por aí, quem sabe não nos esbarramos
A mesma água nunca passa sempre pelo mesmo lugar
Eu sim, você também
Coragem é parte do medo, e descoberta da curiosidade
Siga pela falta de algo, pra preenchê-las
Uma gota de álcool pode ajudar, mas melhor sem
Viva o pouco de vida que lhe resta pra andar e sorrir
Chorar deixe pra morte e para dias de adeus
Nunca se esqueça das horas que se foram
Se foram em vão, essas nunca mais voltarão
Amigo, seja um e não mais um
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Falando de mim
Eu to é falando de vida
Você pensa que tudo é sempre igual?
Pura mentira, tudo muda
As coisas acontecem como que se você não soubesse
E vem acontecendo
Às vezes amigos se vão e às vezes é tu que vai
Não é nada fácil abandonar um lar ou uma semi-família
Mas se tudo tem que acontecer, deixe estar
As horas passam juntamente com seus sonhos
Uns viram realidade outras necessitam de um pouco mais de tempo
Amadurecer é preciso, quase que junto com as escolhas
Vamos fazer o nosso tempo, a nossa vida, junto ou longe
Os amigos (melhores) ficam em um canto, então fazemos outros novos
Quase sempre encontramos uns e outros
Medo? Tem sim senhor, mas o que há pra se fazer?
Esperar é claro
São tantos Samueis, Andres, Joãos,Karlas, Danielas, Fernandas, Priscilas e tantos outros
Mas quantos outros anônimos virão?
Tempo meu amigo
Eu to é falando é de tempo
E por que não amizades?
Você pensa que tudo é sempre igual?
Pura mentira, tudo muda
As coisas acontecem como que se você não soubesse
E vem acontecendo
Às vezes amigos se vão e às vezes é tu que vai
Não é nada fácil abandonar um lar ou uma semi-família
Mas se tudo tem que acontecer, deixe estar
As horas passam juntamente com seus sonhos
Uns viram realidade outras necessitam de um pouco mais de tempo
Amadurecer é preciso, quase que junto com as escolhas
Vamos fazer o nosso tempo, a nossa vida, junto ou longe
Os amigos (melhores) ficam em um canto, então fazemos outros novos
Quase sempre encontramos uns e outros
Medo? Tem sim senhor, mas o que há pra se fazer?
Esperar é claro
São tantos Samueis, Andres, Joãos,Karlas, Danielas, Fernandas, Priscilas e tantos outros
Mas quantos outros anônimos virão?
Tempo meu amigo
Eu to é falando é de tempo
E por que não amizades?
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
De olhos Fechados
O amor é sentir algo no peito como tecido aveludado, é respirar como se estivesse no meio de um campo de flores, é abraçar o corpo desejado e se esquecer do resto do mundo.
O amor é poder acordar triste, ganhar um bom dia e se perder com tanta ternura, nos fazendo bem outra vez. O amor é água quente que purifica a alma, e água fria que faz o corpo arrepiar.
O amor é bebida doce e cítrica, que pode começar doce e terminar ácido, ou assim inversamente... é ter gosto de chocolate meio amargo.
Às vezes é como quando se ganhar um embrulho pequeno, se abre o laço de fita vagarosamente para não estragar o que há dentro e também não se estragar a surpresa.
Amar é imaginar uma história sem fim, é reescrevê-la diariamente, é um dia ser herói e no outro vilão. É se lembrar de músicas a cada toque das mãos que só se sabe de onde vem pelo perfume que se torna parte da pessoa amada.
O amor é querer ouvir bom dia, boa noite todos os dias, quanto não é possível é não querer soltas as mãos na hora do adeus.
Amar é banho quente depois de chuva, é cama quente quando se tem sono, é véspera de noite de Natal, é sonho de criança em corpo de gente grande, é poder gostar não se sabendo o porquê.
Amor são pés descalços na grama, é gosto de manteiga no pão quente, é cheiro de chuva chegando, é garoa fina, é sentir falta de chão, são sensações que se misturam, e ainda melhor não se necessita estar de olhos aberto para senti-lo.
Glauber Pereira
01/10/09
O amor é poder acordar triste, ganhar um bom dia e se perder com tanta ternura, nos fazendo bem outra vez. O amor é água quente que purifica a alma, e água fria que faz o corpo arrepiar.
O amor é bebida doce e cítrica, que pode começar doce e terminar ácido, ou assim inversamente... é ter gosto de chocolate meio amargo.
Às vezes é como quando se ganhar um embrulho pequeno, se abre o laço de fita vagarosamente para não estragar o que há dentro e também não se estragar a surpresa.
Amar é imaginar uma história sem fim, é reescrevê-la diariamente, é um dia ser herói e no outro vilão. É se lembrar de músicas a cada toque das mãos que só se sabe de onde vem pelo perfume que se torna parte da pessoa amada.
O amor é querer ouvir bom dia, boa noite todos os dias, quanto não é possível é não querer soltas as mãos na hora do adeus.
Amar é banho quente depois de chuva, é cama quente quando se tem sono, é véspera de noite de Natal, é sonho de criança em corpo de gente grande, é poder gostar não se sabendo o porquê.
Amor são pés descalços na grama, é gosto de manteiga no pão quente, é cheiro de chuva chegando, é garoa fina, é sentir falta de chão, são sensações que se misturam, e ainda melhor não se necessita estar de olhos aberto para senti-lo.
Glauber Pereira
01/10/09
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Pensar sobre Coragem
Algo sobre o tempo me fez pensar sobre mim.
Fez-me ver coisas que antes eram só pensamentos aleatórios da minha mente confusa.
Passam-se os dias e minhas vontades de realidades me atormentam para a sóbria realidade.
Meus ídolos passam a ser pessoas que eu sempre soube quem eram ou que conheci vagando por aí.
Sinto vontade de ter coragem para tudo.
Sinto vontade de deixar as vontades virarem minhas, só meus sonhos reais.
O tempo, ainda é o mesmo, afinal, ele nunca existiu.
Foram nada mais que temores, meus, toda vida temores, q hoje eu quero mudá-los.
Disseram-me algo sobre poesia, pra mim só desejo.
Eu sigo com as mesmas canções, as mesmas melodias.
Esperar mais, isso sei que não posso, porem me arriscar tudo também é o problema.
Minhas mais ouvidas melodias dizem coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz, então, faremos nas entrelinhas, com ou sem respectivas pausas.
Fez-me ver coisas que antes eram só pensamentos aleatórios da minha mente confusa.
Passam-se os dias e minhas vontades de realidades me atormentam para a sóbria realidade.
Meus ídolos passam a ser pessoas que eu sempre soube quem eram ou que conheci vagando por aí.
Sinto vontade de ter coragem para tudo.
Sinto vontade de deixar as vontades virarem minhas, só meus sonhos reais.
O tempo, ainda é o mesmo, afinal, ele nunca existiu.
Foram nada mais que temores, meus, toda vida temores, q hoje eu quero mudá-los.
Disseram-me algo sobre poesia, pra mim só desejo.
Eu sigo com as mesmas canções, as mesmas melodias.
Esperar mais, isso sei que não posso, porem me arriscar tudo também é o problema.
Minhas mais ouvidas melodias dizem coragem, coragem, se o que você quer é aquilo que pensa e faz, então, faremos nas entrelinhas, com ou sem respectivas pausas.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Pintar
Qual é a tradução do amor?
Sei lá...
Mas que a pior parte além da distância, é a saudade
As músicas tocam na rádio comum, mas que me lembram você
Sorte não tem nada com isso,
Apenas a vida
Vida que te dá lágrimas de graça
Amigos que te dizem oi, seu amor que diz...
...Nada, mas que sei até logo.
Ame, é a ordem, minha ordem.
Diga, digo, sei, sempre soube.
Ontem lembrei, hoje senti,
Mais saudade, mais que isso, falta.
Ela canta, eu danço.
Eu toco, ela ouve.
Eu durmo, ela sonha, eu também sonho.
Eu vivo, ela, acho que sim.
E eu já não sou eu, sou pintura.
Sei lá...
Mas que a pior parte além da distância, é a saudade
As músicas tocam na rádio comum, mas que me lembram você
Sorte não tem nada com isso,
Apenas a vida
Vida que te dá lágrimas de graça
Amigos que te dizem oi, seu amor que diz...
...Nada, mas que sei até logo.
Ame, é a ordem, minha ordem.
Diga, digo, sei, sempre soube.
Ontem lembrei, hoje senti,
Mais saudade, mais que isso, falta.
Ela canta, eu danço.
Eu toco, ela ouve.
Eu durmo, ela sonha, eu também sonho.
Eu vivo, ela, acho que sim.
E eu já não sou eu, sou pintura.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Fábulas
Palavras travadas e idéias inenarráveis
Futuro pouco sei, presente menos ainda
Sonhos são muitos, realizá-los serão com muito custo
Impedir o coração de chorar, isso sim é impossível
Queria um dia simples, eu e eu
Comigo e com ela.
Acordar sonhando e sorrindo, eu espero.
Ainda palavras travadas, e idéias inenarráveis
Eu peço e o tempo não pára, simplesmente passa.
Mas como explicar o buraco no meu estômago?
Quero agora acompanhar as letras
Eu as encaminharia, para que todos me entendessem
Porém, entender-me pouco importa para muitos
E ser compreendido me importa?
Hoje não mais.
Tatear as canções, imagino eu, que foram escritas pra mim,
Assim, me encaminham ao adormecer.
Futuro pouco sei, presente menos ainda
Sonhos são muitos, realizá-los serão com muito custo
Impedir o coração de chorar, isso sim é impossível
Queria um dia simples, eu e eu
Comigo e com ela.
Acordar sonhando e sorrindo, eu espero.
Ainda palavras travadas, e idéias inenarráveis
Eu peço e o tempo não pára, simplesmente passa.
Mas como explicar o buraco no meu estômago?
Quero agora acompanhar as letras
Eu as encaminharia, para que todos me entendessem
Porém, entender-me pouco importa para muitos
E ser compreendido me importa?
Hoje não mais.
Tatear as canções, imagino eu, que foram escritas pra mim,
Assim, me encaminham ao adormecer.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Uma Visita para Sempre
Ela passou por aqui, por pouco tempo, logo se foi
Partiu de corpo e alma, mas mal sabia ela que se acorrentou a mim
Mas foi uma corrente com elos de laços de fita
De que cor?Eram fitas cor de mel, com detalhes pretos, como seus olhos
Olhos que não tinham fim
Sem falar daquele caminhar, a cada passo, criava-se uma melodia
Mas ela pode me perguntar se isso não poderia ser delírio meu
Sem muitas delongas, responderia claramente
Claro que sim! Mas meus delírios são plenamente reais
São sonhos ainda sonhados, mas que futuramente bem vividos
E por que não terminar a nossa história em Sol Maior?
Partiu de corpo e alma, mas mal sabia ela que se acorrentou a mim
Mas foi uma corrente com elos de laços de fita
De que cor?Eram fitas cor de mel, com detalhes pretos, como seus olhos
Olhos que não tinham fim
Sem falar daquele caminhar, a cada passo, criava-se uma melodia
Mas ela pode me perguntar se isso não poderia ser delírio meu
Sem muitas delongas, responderia claramente
Claro que sim! Mas meus delírios são plenamente reais
São sonhos ainda sonhados, mas que futuramente bem vividos
E por que não terminar a nossa história em Sol Maior?
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